As vezes penso que somos como formigas aprisionadas em corpos humanos:
Nos dizem que temos capacidade,para tentarmos e não desistir,que uma hora alcançamos nem que seja pela simples insistência.Aí paro e penso'droga,ficam nos iludindo mas no final das contas somos pobres formigas que pensam que são humanos,tentamos ser o que pode ser que jamais sejamos'.
Pronto,fico pensando nisso o dia todo,serei eu uma formiga? Apenas cumprindo meu papel neste imenso formigueiro? Analiso,analiso analiso... se for assim,qual é o meu papel? O que eu faço para contribuir ou tentar desmacarar os planos dos que nos colocaram nesta situação? Eu paro,eu sigo? Me lembra até a Anacrônico da Pitty.
Sim,meus devaneios são estranhos,mas só ocorrem por culpa do que me cerca...
Sei lá!
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
Índole?
Outro dia me perguntava se a palavra índole era mesmo o que eu pensava,depois procurei seu significado no dicionário e apliquei a definição a mim,refleti muito e apliquei a definição a outros,e percebo que esse mundo não tem lá um rumo muito bom assim,veja o exemplo mais ridículo que arrumei(e que aconteceu):
Digamos que você encontre um estranho na rua e ele desesperadamente lhe pede dinheiro(considere menos de R$20).Ele diz que precisa do dinheiro para ir trabalhar e que o Riocard dele tinha sido bloqueado,pede o dinheiro, e até tenta trocar o celular em troca pela mísera quantia da passagem promentendo devolver o dinheiro o mais rápido possível,afinal,você estaria com o celular dele.
E então,o que você faria?
Ao contar este exemplo e minha resposta,nenhuma pessoa me qualificou como sensato,disseram que eu deveria ter partido do princípio mínino de todo brasileiro 'ele está tentendo me passar a perna!'.
Bem como ainda quero ter fé nesta humanidade pra ao menos ter um pouco de fé em mim mesmo,emprestei o dinheiro e não peguei o celular dele como forma de empréstimo,se ele se dizia um trabalhador,deveria ficar com o celular para outras coisas mais importantes.
Final das contas?Ao ver meu saldo no banco uns dias depois do meu encontro com o estranho,lá estava o valor da passagem.Errei? Dei sorte? Isso não cabe a mim dizer,cada situação pede uma opção e cada opção é um livre arbítrio que revela a índole de cada pessoa,não digo que sou de boa índole pois dei dinheiro a um pobre coitado pois já fiz muita besteira neste pouco tempo de vida que encobrem tal situação.
E você,o que faria?
Digamos que você encontre um estranho na rua e ele desesperadamente lhe pede dinheiro(considere menos de R$20).Ele diz que precisa do dinheiro para ir trabalhar e que o Riocard dele tinha sido bloqueado,pede o dinheiro, e até tenta trocar o celular em troca pela mísera quantia da passagem promentendo devolver o dinheiro o mais rápido possível,afinal,você estaria com o celular dele.
E então,o que você faria?
Ao contar este exemplo e minha resposta,nenhuma pessoa me qualificou como sensato,disseram que eu deveria ter partido do princípio mínino de todo brasileiro 'ele está tentendo me passar a perna!'.
Bem como ainda quero ter fé nesta humanidade pra ao menos ter um pouco de fé em mim mesmo,emprestei o dinheiro e não peguei o celular dele como forma de empréstimo,se ele se dizia um trabalhador,deveria ficar com o celular para outras coisas mais importantes.
Final das contas?Ao ver meu saldo no banco uns dias depois do meu encontro com o estranho,lá estava o valor da passagem.Errei? Dei sorte? Isso não cabe a mim dizer,cada situação pede uma opção e cada opção é um livre arbítrio que revela a índole de cada pessoa,não digo que sou de boa índole pois dei dinheiro a um pobre coitado pois já fiz muita besteira neste pouco tempo de vida que encobrem tal situação.
E você,o que faria?
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